sábado, 25 de maio de 2013

Filho de professor pode ser campeão de tênis no Brasil?

Quando falo que meus filhos jogam tênis, vários colegas comentam que tênis é esporte de rico. A grande maioria dos projetos sociais voltados para o esporte é de futebol. Então, chego à conclusão que existe esporte de rico e esporte de pobre. E qual é o esporte para a classe média?

Muitas vezes me pergunto: É possível, no Brasil, um filho de professor tornar-se campeão de tênis? Ainda não tenho esta resposta, a única coisa que tenho certeza é que é muiiiiiiiito difícil. Se formar um campeão de tênis em qualquer lugar do mundo é difícil, imagine no Brasil e pertencendo a uma classe social que não é totalmente desprovida de dinheiro, para se enquadrar nos “projetos sociais”, nem que possui dinheiro suficiente para bancar todos os custos que a preparação para este esporte exigem.  

Então, você pode me perguntar: Não seria mais fácil incentivar seus filhos a jogar futebol? Na verdade quando eles eram pequenos, coloquei os meninos numa escolinha de futebol. Contudo o meu filho mais velho “amarelava” nas disputas de bola e o mais novo chorava e não conseguia respirar quando perdia. Enfim, jogar futebol nunca foi um prazer para eles.

Um dia meu marido descobriu uma velha raquete de tênis guardada no armário e resolveu lançar o desafio de quem conseguisse dar 300 toques no paredão ganharia uma raquete nova. A partir daí o tênis passou a fazer parte das nossas vidas. Foi também nesse momento que descobrimos que em nossa cidade não existia estrutura pública para se jogar tênis. Passamos então a improvisar, com fita adesiva, as marcações de tênis numa quadra poliesportiva de cimento em uma praça próxima da nossa casa. A rede foi feita com uma antiga rede de pesca e a estrutura móvel de um antigo portão de ferro.  Mesmo assim os meninos queriam jogar cada vez mais.



Um dia os levamos para um evento no maracanãzinho, onde o Guga e outros tenistas famosos trocaram bola com várias crianças, entre elas meus filhos. 


Apesar da raquete de alumínio e da pouca experiência no tênis, eles se sentiram os próprios profissionais. Neste momento o tênis arrebatou de vez o coração dos meninos.


O próximo passo foi arranjar um professor de tênis. Passamos então a levá-los uma vez por semana a Búzios (cidade vizinha a nossa) para ter aulas de tênis. Como a professora foi aluna do meu marido, conseguimos um preço especial. Mas uma hora de aula por semana era pouco, então nos tornamos sócios de um clube em Cabo Frio, onde existia a única quadra de tênis da cidade que poderíamos ter acesso (as outras ficam em condomínios fechados). Aí eram tardes inteiras trocando bola.  

Os meninos foram crescendo e a vontade de jogar tênis não foi diminuindo, como eu e meu marido esperávamos, pelo contrário passaram a aumentar o tempo em quadra. Contudo não conseguiam jogar com outras pessoas, pois não existiam jovens que jogassem tênis em nossa cidade e os mais velhos não queriam jogar com “crianças”.


Foi aí que um dia meu marido foi ao Fluminense, no Rio de Janeiro, e descobriu que lá existia uma equipe de tênis. Conversou com o treinador responsável e levou os meninos para um teste. Os meninos foram aprovados e passaram a ir uma vez por semana ao Rio. Logo começaram a participar de torneios. Mas para participar de torneios era necessária uma melhor preparação. Então, passaram a treinar com um preparador físico todos os dias e fazer aulas de yoga.

Agora me diz, com toda essa história e toda à vontade demonstrada por eles até aqui, como podemos impedir que continuem sonhando? Lembrando uma frase do Raul Seixas: “ Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”. E é justamente por isso que quero acreditar que é possível que dois professores sejam capazes de formar dois campeões de tênis.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Consumo e aquecimento global

Sabemos que a sociedade moderna está consumindo cada vez mais ao longo dos anos, sem pensar no prejuízo que isso pode trazer a ela mesma em pouco tempo.
As indústrias, procurando atender às demandas da sociedade consumista atual, têm aumentado o seu efetivo e o seu tempo de trabalho, e, proporcionalmente, as emissões de gases poluentes na atmosfera, o que aumenta aida mais o aquecimento global. Ainda há tempo de tomarmos as providências necessárias para interromper essa caminhada do nosso planeta rumo ao superaquecimento, mas não podemos perder grandes oportunidades como a que tivemos em Copenhague, com os grandes líderes mundiais reunidos para discutir uma forma de reduzir as emissões dos gases poluentes. Porém, parece que as grandes potências mundiais, que também são as maiores poluidoras, estão mais preocupadas com oa economis que nunca deve ser abalada, do que com o próprio planeta em que vivemos, sem lembrar das grandes transformações que o nosso mundo sofrerá se isso tudo continuar acontecendo. Não podemos esquecer também que as fábricas usam matérias primas da natureza, e que nem todas são renováveis, como o petróleo, ou ainda, são renováveis, como as árvores mas requerem tempo para crescerem e serem usadas de novo, já que devemos a elas grande parte do oxigênio que respiramos, e que é tão necessário para a vida na Terra.
Portanto toda a sociedade mundial deve rever seu índice de consumo, a fim de que diminua a poluição e também o uso de mateiais recicláveis, para poupar a manutenção da vida.

Texto do aluno Mateus do 1o. ano do ensino médio.

Simulador de consumo de energia elétrica.

O consumo de energia no país aumentou significativamente nos últimos anos e o aumento da demanda implica na implantação de novas usinas geradoras de energia, sejam elas hidrelétricas, termoelétricas ou nucleares, devemos estar atentos para o impacto que fatalmente será produzido no meio ambiente. Portanto é nossa obrigação utilizar a energia elétrica com parcimônia. Contudo em alguns casos não sabemos que aparelho em nossas residências possui maior consumo. Utilize o link abaixo e descubra quais são os vilões de consumo de energia na sua residência e simule o seu gasto mensal.
http://www.furnas.com.br/simulador/index.htm

Tecnologia e meio ambiente

A tecnologia está presente em nosso dia-a-dia, e é utilizada pela maioria das pessoas da nossa geração. Usamos computadores, celulares, televisores, dvds, entre outros produtos. Só que não prestamos atenção que esse uso em excesso e a velocidade em que esse produto se torna lixo, faz com que o meio ambiente seja afetado. O que hoje é tecnologia de "ponta", amanhã não é mais, fazendo com que as pessoas consumam com muita rapidez.

A mídia faz com que nos sintamos mal se não consumirmos, se não usarmos o que está na moda. Não percebemos também que existem muitas pessoas que não tem acesso a água potável e rede de esgoto, o que se dirá de tecnologia.

Enquanto as multinacionais se preocupam em lançar um próximo produto mais sofisticado e caro, o nosso meio-ambiente e as pessoas que moram nele sofrem.

Texto da aluna Ingrid do 1o. ano do ensino médio.

Consumo X Aquecimento Global

Há muito tempo atrás as pessoas se preocupavam somente com a sua sobrevivência, tendo uma vida simples, plantando e colhendo seu próprio alimento.
Só que aí, com o passar do tempo, os hábitos foram mudando. Novos costumes foram sendo adquiridos pouco a pouco, pois o progresso era devagar...
A partir da Revolução Industrial tudo mudou rapidamente e nos dias de hoje esse progresso é ainda mais veloz.
As necessidades das pessoas mudaram e isso gerou o consumo, às vezes, exagerado. E tudo isso é causado por uma sociedade extremamente capitalista.
O ter bens materiais fez o homem buscar sempre mais, muitas vezes prejudicando toda uma estrutura ao seu redor. Para que se produza bastante a fábrica precisa de matéria prima, energia, mão de obra. Se somarmos as milhões de fábricas que existem no mundo, temos quantidade inimaginável de resíduos que são jogados na natureza.
O lema é atender aos consumidores e quanto mais se vende, mais se quer produzir. Vai chegar uma hora em que os rios irão secar e as árvores irão cair e quando percebermos que dinheiro não se come, será tarde.
O progresso é necessário e inevitável, mas quando é usado com equilíbrio. Já estamos experimentando altas temperaturas, chuvas fortes, deslizamentos de terra, degelo dos pólos... mostrando que a terra é a nossa casa, contudo não estamos cuidando dela.

Texto do Aluno João Miguel do 2o. ano do ensino médio.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Gráfico sobre o lixo




Gráficos sobre o lixo


O gráfico mostra o destino do lixo produzido.